Quarta-feira, 19 de Outubro de 2016

EXPOSIÇÃO | Cartazes de Cinema Português

CartazesCinema.file

 

publicado por MAF às 10:09
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Terça-feira, 8 de Março de 2016

DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES 2016

dimODS.jpg

 Veja no Em Cada Rosto Igualdade.

publicado por MAF às 12:26
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Quarta-feira, 25 de Novembro de 2015

Amas, Flores e Velas

 

publicado por MAF às 22:23
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Domingo, 15 de Novembro de 2015

P A R I S

 

Pray 2.jpg

 

publicado por MAF às 23:54
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Quarta-feira, 28 de Outubro de 2015

EM MEMÓRIA DE VICTOR BELÉM

VitorBelemMemoria.jpg

 

Veja aqui.

 

 

publicado por MAF às 23:58
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Sábado, 17 de Outubro de 2015

NUM DISCURSO DE MIA COUTO | « E disse mais, falou daquilo que ele chamou das “balas doces do inimigo”. Referia-se às formas mais subtis de sedução e de corrupção que, no seu entender, eram mais perversas que as verdadeiras balas»

 

 

MiaCouto 1.jpg

 «(...)

Segundo episódio – O não discurso de Samora

No Quarto Congresso da Frelimo, em 1983, fui designado como responsável do Gabinete de Imprensa. Nós, os jornalistas, ficávamos confinados a um compartimento envidraçado, numa espécie de aquário suspenso sobre a grande sala. Na altura, nós já produzíamos emissões de televisão para além, é claro, da rádio e dos jornais. Logo no inicio dos trabalhos, Samora Machel subiu ao pódio para usar da palavra. Trazia consigo o Relatório do Comité Central que era, à maneira dos partidos revolucionários, um documento volumoso. Assim que começou a ler, Samora teve uma breve hesitação, colocou os papéis na bancada e falou de improviso. Foi um improviso breve mas o que ele disse foi, para mim, mais importante e mais duradouro que o extenso relatório do Comité Central. Inclinado sobre o pódio, como se ganhasse a proximidade de uma confidencia, Samora convertei a solene Sala de Congressos num espaço com intimidade familiar. E falou do seu sentimento de estranheza ao ver-se como um ex-guerrilheiro agora rodeado de facilidades, cercado pelas obrigações protocolares e de segurança de um palácio presidencial. E disse mais, falou daquilo que ele chamou das “balas doces do inimigo”. Referia-se às formas mais subtis de sedução e de corrupção que, no seu entender, eram mais perversas que as verdadeiras balas. E ele interrogou-se se os seus companheiros estariam preparados realmente para esse embate, se estavam preparados para enfrentar as balas de açúcar. A sala estava suspensa naquela confidência. A rádio e a televisão transmitiam em direto aquele desabafo do Presidente. E escutavam-se não só as palavras mas os silêncios e a respiração inquieta do presidente. Naquele momento, um oficial do protocolo entrou na Gabinete de Imprensa e entregou-me um papel com uma instrução rabiscada que dizia: interrompam imediatamente a transmissão. Aquilo foi, para mim, um balde de água fria. Porque me parecia, como jornalista e como cidadão, que estava ali a acontecer tinha um alcance didático que não poderia ser recuperado se perdêssemos a transmissão. Mas havia naquele bilhete uma ordem que eu não tinha modo de refutar. Ocorreu-me uma pequena manobra de diversão. Eu queria apenas uns minutinhos adicionais. Quem sabe o Presidente não usasse mais que esses minutos? E escrevi o seguinte nas costas no bilhete: desculpe, não entendo bem a assinatura, não se importa de identificar melhor, afinal é o Presidente quem está falar…. Dobrei muito lentamente a folha e pedi ao mensageiro do protocolo que fosse de volta. Aquele vai e vem deu-me tempo para que o presidente terminasse o seu improviso em transmissão direta. De toda a minha carreira de onze anos de jornalismo talvez tenha sido este o momento maior. Porque estava ali um dirigente de uma nação que se despia do seu estatuto infalível e partilhava não uma certeza, mas a confissão de uma insegurança, de um fragilidade. Estava ali não um líder revolucionário discursando em voz alta, mas um homem dobrado pela angústia e murmurando dúvidas sobre o quanto valera a pena toda a sua luta. (...)». Leia na integra.

publicado por MAF às 22:47
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Terça-feira, 18 de Agosto de 2015

«ERNESTO»

Ernesto.jpg

 

A imagem é um excerto da crónica de Jorge Calado da Revista «E» do Semanário Expresso de 15 de agosto de 2015. Estamos certos que para quem ainda não viu a Exposição a que se refere - YOUR BODY IS MY BODY | O TEU CORPO É O MEU CORPO - Ernesto de Sousa-Coleção de Cartazes  (até 27 de setembro no Centro Cultural de Belém) - será um bom empurrão para que não deixe de o fazer.

Sobre a exposição não perca também este trabalho (é só clicar):

O TEU CORPO É O MEU CORPO (1965-1975): HISTÓRIA DE UMA OBRA QUE SE METAMORFOSEOU AO LONGO DA BIO-BIBLIOGRAFIA DE ERNESTO DE SOUSA

PAULA PINTO  | 2014-08-21


 

publicado por MAF às 11:45
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Terça-feira, 2 de Junho de 2015

CAPITAIS EUROPEIAS DA CULTURA 2015

 

 

MONS.gif

 

Aqui.

 

Pilsen 2.jpg

 

Aqui

 

E sobre as duas cidades: neste endereço.

 

 

publicado por MAF às 15:13
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Sexta-feira, 1 de Maio de 2015

NO 1.º DE MAIO | «Insultai o Perigo»

InsultaiPerigo.jpg

  Exposição da Coleção de Cartazes Ernesto de Sousa

No Centro Cultural de Belém

 

publicado por MAF às 12:45
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Sábado, 25 de Abril de 2015

25 ABRIL 2015

 

 

 

Cravos2015.jpg

 

Ver aqui. 

 

Cravos 2015 1.jpg

 

publicado por MAF às 00:56
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