Terça-feira, 3 de Novembro de 2009

EM CHAVES COM O MADEIRA LUÍS

São muitos os que gostariam de  a 5,6 e 7 de Novembro estar em Chaves para darem aquele abraço ao Madeira Luís. Entre eles os antigos colegas da Direcção Geral de Acção Cultural onde ele os animou noutras idades, e onde a ANIMAÇÃO CULTURAL, em termos institucionais, tinha o seu ESPAÇO. Não se podendo estar fisicamente no Congresso que o distingue, aqui estamos virtualmente a testemunhar a nossa admiração e carinho pelo MADEIRA,  e a testemunhar que os organizadores da iniciativa sabem escolher. PARABÉNS AO HOMENAGEADO E A QUEM HOMENAGEIA. Veja os Comentários.

publicado por MAF às 10:03
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17 comentários:
De Teresa Costa a 3 de Novembro de 2009 às 14:56
Que saudados do MADEIRA e da Direcção-Geral da Acção Cultural!!! E de o ver com o seu "ai Jesus!" (Os tão famosos e importantes cartazes). Um grande abraço Teresa Costa
De Paula Massano a 3 de Novembro de 2009 às 15:10
Sinto-me entusiasmada com a homenagem a Madeira Luís, cuja actividade sempre me suscitou admiração.
De Judite Garcia a 4 de Novembro de 2009 às 09:38
Em meados dos anos 80, fomos ver uma exposição sobre Picasso no Centro Cultural das Caldas da Rainha. Foi o meu primeiro encontro consigo, Madeira Luís. Para Sempre
Judite Garcia
De Domingos Lourinho Valido a 4 de Novembro de 2009 às 09:55
Amigo, é com grande alegria que manifesto através deste meio o meu maior apreço pela Pessoa amiga, colega de que guardo as melhores recordações.

DLValido
De Teresa Diegues a 4 de Novembro de 2009 às 11:39
Olá Madeira Luís!!!.
Que saudades!!! Não podia ser de outro modo depois duma convivência vivida tão intensamente como a que nos reporta aos bons anos da Av. Repúbica e claro "seus prolongamentos".
Deixo aqui um abraço amigo
Teresa
PS. Devia estar incluída nesta página uma foto sua com os cartazes debaixo do braço - é assim que o recordo!
De António P. Almeida a 4 de Novembro de 2009 às 11:58
Associo-me à homenagem ao Madeira Luís como estivesse a "beber" aquela filosofia de vida que ele "curte" e tanto gosta de partilhar com todos os que o rodeiam, agora no Grupo da Versalhes, onde sempre que aparece se mostra e revela como o conhecemos, isto é, interessado por tudo que respeita à saude mental da humanidade. O Madeira é a distinção em pessoa do que importa na vida...Um abraço.
De ana marin a 4 de Novembro de 2009 às 12:07
Que dizer do Madeira Luís que ainda não tenha sido dito, enaltecido e incensado? Apenas as minhas recordações... desde a minha chegada à Acção Cultural num distante Janeiro de 1981 onde entre tantos, e perdoem-me os simpáticos colecas de então, uma figura se impôs. Pela calma, pelo saber infinito e... pela beleza. depois, foi a ajuda imprescindível, o oráculo sempre disponível. Creio poder afirmar, com grande segurança, que a disponibilidade é um dos seus traços fundadores, que o digam os inúmeros amigos, pessoas e objectos, que toda a vida o têm acompanhado. Mas de todas as recordações que guardo do Madeira há uma muito especial de que hoje falo porque é também um dia especial - em 25 de Outubro de 1981, apenas alguns meses depois de nos conhecermos, o Madeira apareceu com uma gaiola imensa, de madeira, e dentro uma pomba branca, viva!! Porquê este presente? Porque nesse dia, era o 8º aniversário da Filipa, a minha filha, e o centenário do nascimento de Picasso. Este é o Madeira Luis que conheci, que hoje vejo muito pouco, deslumbrante como sempre, com aquela imagem que numa noite de inverno, num combóio da linha de Sintra, envolto na sua capa alentejana, um jovem sonolento julgou ser uma aparição do próprio Jesus... Não foi assim Madeira? Pois é, afinal são muitas as recordações e as histórias. Obrigada por tudo o que me ensinou. Um abraço de estima e reconhecimento.
Ana Marin
De Paulo Carretas a 4 de Novembro de 2009 às 13:43
Quando a Assunção e eu chegámos à Direcção-Geral da Acção Cultural de 1988 o Madeira Luís deu-nos, desde o primeiro dia, a possibilidade de vislumbrarmos um imenso mundo de acção e de memória que não cabia naquele 4º piso da Avenida da República. As suas lições atentas fizeram parte da nossa rotina diária, pelo menos durante os meus seis meses de estágio.
Depois, e para além de nos irmos cruzando em muitas plateias como espectadores ocasionais, tivemos encontros regulares na Casa dos Bicos, na Comissão dos Descobrimentos do Faria Paulino e do Vasco Graça Moura, sempre com o propósito de resgatar, para memória futura, os materiais gráficos que a Comissão produzia. Com este objectivo, lá andávamos nós a circular por entre as salgadeiras.
Depois, entre 1996 e 1999, mudando-me eu para o Instituto do Livro, vieram os encontros, menos regulares, na Biblioteca Nacional, geralmente ao almoço - numa espécie de lições à hora de almoço que uma vez mais o Madeira Luís aproveitava generosamente para partilhar ideias e para provocar em nós, a Assunção também lá estava, a necessidade de conhecimento.
Dos território que associo ao Madeira Luís também fazem parte o comboio da ponte e Aveiro, em encontros mais recentes e sempre com a mesma luz.
Obrigado Madeira Luís. E até à próxima lição!
De Helena Cardoso a 4 de Novembro de 2009 às 14:10
Ao Madeira Luís, a merecida homenagem. Só tenho pena de não poder estar presente, mas mesmo de longe o meu abraço e admiração.
Que saudades da Direcção Geral da Acção Cultural onde fomos colegas. Só ficaram boas memórias e o Madeira Luís ´faz parte delas.

Helena Cardoso (Fundo de Teatro)
De Clara Oliveira a 5 de Novembro de 2009 às 01:31
" O SENHOR DOS CARTAZES"

Será sempre assim que o vou recordar. Primeiro nos anos oitenta na Direcção-Geral da Acção Cultural, onde tudo começou. Mais tarde na Biblioteca Nacional, sempre atento à manutenção das suas "obras de arte" - os cartazes.
Recordo as suas sábias palavras e a serenidade com que partilhava o seu saber. Um abraço e a admiração da
Clara Oliveira

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